segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Vasco praticamente rebaixado.


Para escapar (com alguma segurança) o CRVG vai ter que somar mais 33 pontos o que equivale a, por exemplo, vencer 11 jogos dos 18 que faltam. Campanha similar à milagrosa da fuga do rebaixamento do Fluminense em 2009.

Destino praticamente selado: Série B em 2016.

Quem perde? O futebol.  A série A não pode prescindir do C. R. Vasco da Gama.

Ojeriza e desprezo à parte que sinto pelo Eurico, seus eleitores e tudo de ruim e mafioso que ele representa para o futebol, não faz qualquer sentido, que – por apenas uma temporada desastrosa – um gigante do futebol, como o Vasco caia para a série B.

Nenhum clube está livre da possibilidade de ter uma administração desastrosa em uma ou duas temporadas, mas em três?

Futebol é um negócio que movimenta BILHÕES de reais por temporada e, como negócio que é, não pode se dar ao luxo de perder as suas principais forças, clubes que possuem milhões de torcedores, milhares de sócios. Em última análise, consumidores.

Proponho virada de mesa?  Claro que não. Regulamento é regulamento e deve ser seguido.  Mas o regulamento pode ser alterado para às próximas temporadas.
Uma boa fórmula é a que permite apenas que clubes caiam apenas após três temporadas ruins. Seriam rebaixados os clubes com a menor média de pontos das últimas três temporadas, como é na Argentina.

Uma outra coisa interessante seria criarmos uma cláusula de barreira: Para entrar na “Série A” o clube tem que ter – por exemplo - mais de um milhão de torcedores e/ou 30 anos de existência disputando regularmente campeonatos de futebol. Isso impediria a ocorrência de clubes de aluguel e de empresários, aventuras que não significam nada para o Futebol, como foram Bragantino, São Caetano, União São João de Araras...


Teríamos assim apenas clubes de massa na Série A e o que é melhor: sem ferir a meritocracia e sem viradas de mesas.