sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Homofobia é coisa de viado

Homofobia é coisa de viado.

Antes deixe eu fazer o meu TCR*: Minha namorada me considera um ogro e na faculdade de jornalismo da UFF nos anos 90, um dos meus apelidos era "Jesse Valadão de Olaria". Até onde eu sei nunca liberei o fiofó ou acordei com ardência. Apesar de algumas solicitações, nem fio-terra jamais rolou, entretanto não estou nem aí para o furico alheio. Cada um faz o que quer. Isso posto e considerado, vamos ao artigo.

30 anos depois, voltei a frequentar a ETFQ (atual IFRJ) e hoje é incrivelmente comum, ver casais de meninos com meninos, meninas com meninas e até casais heterossexuais. Todos lá convivendo em perfeita harmonia. Na minha época - aluno do técnico - as cenas que vejo hoje seriam absolutamente impensáveis. Embora soubéssemos que havia muitos homossexuais na escola, eles não tinham a menor liberdade para se expressarem livremente. Quanto sofrimento devem ter sofrido... Quanta repressão havia...  O comportamento dos jovens de hoje mudou e isso é bom.

Homão: Ontem a comunicação do Club publicou a foto que ilustra esse artigo e, por pressão interna ou de parte da torcida, resolveu retirar o post. “Errou feio, errou rude”...  Isso tudo porque a geração mais velha não conseguiu identificar o diálogo com a geração mais jovem, que felizmente é muito menos preconceituosa que a minha. Bola fora. Deu vazão à intolerância homofóbica num post cujo o conteúdo era absolutamente relevante. O post destacava que Orejuela – “Que Homão!!” – não erra passes. Finalmente temos um volante que trata a bola com classe sem no entanto perder a garra e a pegada.

A reação histérica de parte da torcida e até mesmo de alguns conselheiros do Club, me fez ficar profundamente preocupado com o fato do Club não conseguir sequer dialogar com o público mais jovem.

O Fluminense, um clube que precisa urgentemente ampliar sua torcida e se despir de todo o tipo de preconceito que – injustificadamente - jogam contra ele. Além de todas as pechas injustas, o clube agora pode ser tachado de homofóbico, por retirar um post que nem gay era. Era apenas “antenado”.

Mas até aí roubou Neves. Vamos ao título desse post:
Existem diversos estudos científicos - e ciência é ciência mesmo contra a sua vontade - (links de matérias jornalísticas sobre esses estudos no final do artigo) que comprovam que pessoas homofóbicas são, em sua maioria, “pessoas em guerra com elas mesmas e acabam externando esses conflitos", muitas das quais são na verdade homossexuais que ainda não tiveram coragem de sair do armário.

Num desses estudos fizeram um questionário com diversos jovens que, de acordo com suas respostas, foram classificados em relação à homofobia. Colocaram sensores em todos eles e foram apresentados a cenas de filmes com conteúdo erótico. Curiosamente os que foram classificados como mais intolerantes ao homossexualismo - os mais homofóbicos – foram os que mais se excitaram com as cenas de sexo entre homens gays. Colocaram sensores e o bilau subiu e o cu piscou. Curioso né? Batom na cueca total.

Bem, quando olhamos a forma como o - homofóbico mór - Bolsonaro anda, com aquele jeito de quem está querendo prender peido. Quando vemos certos conservadores de direita com seus discursos homofóbicos sendo pegos em flagrantes em motéis com homens...  Quando somos informados de como são os clientes dos travecos...  Bem não chega a ser uma surpresa o resultado dessas pesquisas.

Portanto se você é homofóbico, intolerante com homossexuais, histérico contra os direitos LGBTs, coloque a sua homofobia no armário ou compre um KY extra fino e vai dar meia hora de cu que a homofobia passa.

Por mim vou ali comprar mais uma camisa rosa da Aviator (fico bem de rosa!!!) e uma camisa do Fluminense Football Club com o logo da Frescato.


*TCR: Tirar o Cu da Reta

Homofobia é Coisa de Viado



Homofobia é coisa de viado.

Antes deixe eu fazer o meu TCR*: Minha namorada me considera um ogro e na faculdade de jornalismo da UFF nos anos 90, um dos meus apelidos era "Jesse Valadão de Olaria". Até onde eu sei nunca liberei o fiofó ou acordei com ardência. Apesar de algumas solicitações, nem fio-terra jamais rolou, entretanto não estou nem aí para o furico alheio. Cada um faz o que quer. Isso posto e considerado, vamos ao artigo.

30 anos depois, voltei a frequentar a ETFQ (atual IFRJ) e hoje é incrivelmente comum, ver casais de meninos com meninos, meninas com meninas e até casais heterossexuais. Todos lá convivendo em perfeita harmonia. Na minha época - aluno do técnico - as cenas que vejo hoje seriam absolutamente impensáveis. Embora soubéssemos que havia muitos homossexuais na escola, eles não tinham a menor liberdade para se expressarem livremente. Quanto sofrimento devem ter sofrido... Quanta repressão havia...  O comportamento dos jovens de hoje mudou e isso é bom.

Homão: Ontem a comunicação do Club publicou a foto que ilustra esse artigo e, por pressão interna ou de parte da torcida, resolveu retirar o post. “Errou feio, errou rude”...  Isso tudo porque a geração mais velha não conseguiu identificar o diálogo com a geração mais jovem, que felizmente é muito menos preconceituosa que a minha. Bola fora. Deu vazão à intolerância homofóbica num post cujo o conteúdo era absolutamente relevante. O post destacava que Orejuela – “Que Homão!!” – não erra passes. Finalmente temos um volante que trata a bola com classe sem no entanto perder a garra e a pegada.

A reação histérica de parte da torcida e até mesmo de alguns conselheiros do Club, me fez ficar profundamente preocupado com o fato do Club não conseguir sequer dialogar com o público mais jovem.

O Fluminense, um clube que precisa urgentemente ampliar sua torcida e se despir de todo o tipo de preconceito que – injustificadamente - jogam contra ele. Além de todas as pechas injustas, o clube agora pode ser tachado de homofóbico, por retirar um post que nem gay era. Era apenas “antenado”.

Mas até aí roubou Neves. Vamos ao título desse post:
Existem diversos estudos científicos - e ciência é ciência mesmo contra a sua vontade - (links de matérias jornalísticas sobre esses estudos no final do artigo) que comprovam que pessoas homofóbicas são, em sua maioria, “pessoas em guerra com elas mesmas e acabam externando esses conflitos", muitas das quais são na verdade homossexuais que ainda não tiveram coragem de sair do armário.

Num desses estudos fizeram um questionário com diversos jovens que, de acordo com suas respostas, foram classificados em relação à homofobia. Colocaram sensores em todos eles e foram apresentados a cenas de filmes com conteúdo erótico. Curiosamente os que foram classificados como mais intolerantes ao homossexualismo - os mais homofóbicos – foram os que mais se excitaram com as cenas de sexo entre homens gays. Colocaram sensores e o bilau subiu e o cu piscou. Curioso né? Batom na cueca total.

Bem, quando olhamos a forma como o - homofóbico mór - Bolsonaro anda, com aquele jeito de quem está querendo prender peido. Quando vemos certos conservadores de direita com seus discursos homofóbicos sendo pegos em flagrantes em motéis com homens...  Quando somos informados de como são os clientes dos travecos...  Bem não chega a ser uma surpresa o resultado dessas pesquisas.

Portanto se você é homofóbico, intolerante com homossexuais, histérico contra os direitos LGBTs, coloque a sua homofobia no armário ou compre um KY extra fino e vai dar meia hora de cu que a homofobia passa.

Por mim vou ali comprar mais uma camisa rosa da Aviator (fico bem de rosa!!!) e uma camisa do Fluminense Football Club com o logo da Frescato.


*TCR: Tirar o Cu da Reta

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Vasco praticamente rebaixado.


Para escapar (com alguma segurança) o CRVG vai ter que somar mais 33 pontos o que equivale a, por exemplo, vencer 11 jogos dos 18 que faltam. Campanha similar à milagrosa da fuga do rebaixamento do Fluminense em 2009.

Destino praticamente selado: Série B em 2016.

Quem perde? O futebol.  A série A não pode prescindir do C. R. Vasco da Gama.

Ojeriza e desprezo à parte que sinto pelo Eurico, seus eleitores e tudo de ruim e mafioso que ele representa para o futebol, não faz qualquer sentido, que – por apenas uma temporada desastrosa – um gigante do futebol, como o Vasco caia para a série B.

Nenhum clube está livre da possibilidade de ter uma administração desastrosa em uma ou duas temporadas, mas em três?

Futebol é um negócio que movimenta BILHÕES de reais por temporada e, como negócio que é, não pode se dar ao luxo de perder as suas principais forças, clubes que possuem milhões de torcedores, milhares de sócios. Em última análise, consumidores.

Proponho virada de mesa?  Claro que não. Regulamento é regulamento e deve ser seguido.  Mas o regulamento pode ser alterado para às próximas temporadas.
Uma boa fórmula é a que permite apenas que clubes caiam apenas após três temporadas ruins. Seriam rebaixados os clubes com a menor média de pontos das últimas três temporadas, como é na Argentina.

Uma outra coisa interessante seria criarmos uma cláusula de barreira: Para entrar na “Série A” o clube tem que ter – por exemplo - mais de um milhão de torcedores e/ou 30 anos de existência disputando regularmente campeonatos de futebol. Isso impediria a ocorrência de clubes de aluguel e de empresários, aventuras que não significam nada para o Futebol, como foram Bragantino, São Caetano, União São João de Araras...


Teríamos assim apenas clubes de massa na Série A e o que é melhor: sem ferir a meritocracia e sem viradas de mesas.


sábado, 17 de agosto de 2013

Carta do Peter ao Kadu.

PETER SIEMSEN em resposta à carta que lhe foi encaminhada pelo tricolor Kadu Palhano.

Kadu,
Em vez de responder ponto a ponto, vou fazer um resumo dos principais itens mencionados por você, com o cuidado de não expor situações que possam prejudicar o FFC tendo em vista que são muitas pessoas copiadas.

Boatos
Não é novidade na política do Fluminense e na relação Flu/Unimed por algumas razões, como: As pessoas que lá estiveram querem voltar e outras querem experimentar. Portanto, quando o clube vive uma situação difícil, eles apertam para que possam criar alguma oportunidade. Com relação à Unimed, tb é normal, pois trata-se de uma cooperativa que tal qual o clube tem eleições e tem bastante atividade política. Como o modelo existente deixa a critério da cooperativa o nível de investimento a ser feito e tradicionalmente são feitas contratações de peso (as vezes muito eficazes e outras que não dão certo), criou-se uma enorme expectativa que esse caminho fosse infindável. Só que mesmo para a Unimed tem um limite. Neste ponto, é importante lembrar que o ideal é ter um elenco composto de algumas estrelas e mesclá-las com os garotos vindos da divisão de base. Vale lembrar que a própria Unimed fez grandes investimentos em construção de PÁS e do novo hospital. Portanto, passamos por um momento de transição do elenco. Felizmente os garotos da base estão aparecendo e podem nos ajudar a construir o time do ano que vem. O jeito do presidente da Unimed é aquele que vocês já conhecem e cabe a quem estiver no comando do Fluminense saber lidar com isso, recuperando o clube e construindo futuro. Enfim, saber tirar o melhor proveito possível do projeto Flu/Unimed.

Situação Financeira e Econômica

Não é novidade que o Flu tem uma situação econômica muito boa e uma situação financeira muito ruim. Em 2 anos o déficit diminuiu consideravelmente (chegando a quase zero no ano passado), a divida cresceu menos do que a correção (o Flu passou de 2ª maior dívida para a 5ª colocação), a receita vem crescendo de forma exponencial e os recebíveis são de boa qualidade e em grande quantidade. Por outro lado, a parte financeira está muito ruim em decorrência de uma situação inusitada, injusta e ilegal que nos foi imposta pela PGFN Rio e que eu vou contar em breve. Foiuma sacanagem contra qual estamos lutando há meses.

Para vocês terem uma idéia, o Flu pagou 65 milhoes de dívidas que já se encontravam ajuizadas nos tribunais; pagou 26 milhões de tributos correntes; fora dívidas como 17 milhões no clube dos 13; 6 milhões de parcelamentos tributários e, ainda assim, só estava faltando pagar 10 milhões dos 31 milhões de dividas fiscais que foram contraídas depois do timemania (entre 2007 e 2010), quando a PGFN Rio nos excluiu do parcelamento do Timemania.. A exclusão foi justamente quando realizamos as vendas de atletas em julho e que dava muito mais do que os 10 milhões que ainda faltavam, pois 21 já tinham sido penhorados. E ainda nos permitiria colocar os tributos de 2013 e os salários em dia. Essa história tem muito mais para ser contato e será em breve.

Os atrasos de salários têm ocorrido de fato em 2013 e ninguém tem escondido, decorrente da situação acima citada. No momento, estamos com 1 mês e meio de salários de jogadores atrasados, porém quase todos recebem a maior parte da remuneração do patrocinador e os que recebem 100% do Flu estão com 1 mês atrasado. Os funcionários com salários mais baixos estão em dia. A premiação foi recebida 50% referente a parte da Unimed (como patrocinadora, faz parte do patrocínio). Os outros 50% foram penhorados pela divida fiscal mencionada acima.

Só para deixar claro, o Flu não usou nenhum dinheiro da Unimed, muito menos de premiação. Pelo contrário, repassou todos os valores referentes aos direitos econômicos que pertenciam à Unimed dos jogadores vendidos. Cada tem cuidado da sua parte.Por falar em projeto Unimed, todo o mercado de patrocínio de times cresceu muito, ainda mais com a entrada da Caixa, portanto, o nosso diferencial tem que ser cada vez mais a eficiência no gasto do dinheiro com jogadores e comissão técnica. Não da mais para fazer 27 contratações em um ano, como já foi no passado.Situação esportiva do time profissionalEu de fato resisti à contratação do WL, mas depois que conversei com ele duas vezes, entendi que poderia ser uma saída para a transição que deveria começar ou até mesmo deveria ter começado. Na 4ª, ainda que por necessidade, foi uma demonstração de que podemos ter um time formado por jovens da base e por jogadores experientes e vitoriosos como referência. Para um clube como o Flu, é a formula ideal (em minha opinião). É claro que isso tem que ser feito com planejamento e não por necessidade emergencial.

Entendo que o CB tem as razões dele para não fazer grandes investimentos por hora.

Acredito que o WL vai conseguir encontrar um equilíbrio para esse grupo e vai saber extrair o melhor que puder. Como estamos mudando o perfil do time, trazendo mais juventude e velocidade, porém menos experiência, é natural que haja alguma instabilidade de desempenho. Ninguém estava satisfeito com a fase de derrotas.Encontrar o equilíbrio entre o projeto com a Unimed e o crescimento da base é o ponto fundamental para preparar o futuro, até mesmo para o dia que a Unimed não continuar, seja por qual motivo for.

Com relação ao CB e a mim, cada um tem um foco e seu próprio papel, pois o Flu precisa seguir sua reestruturação e já foi muito prejudicado no passado por não construir futuro e não cumprir compromissos. Como não queremos mais isso, tenho dedicado todo o meu foco a solução do enfrentamento com a procuradoria, acredito que seja a última das situações em que o clube não foi respeitado.
De qualquer forma, tenho uma boa relação com o CB e quando é preciso, nos encontramos.

O clima de vestiário e entre os jogadores é muito bom. É claro que as derrotas fizeram o clima ficar pesado, pois nenhum deles gosta de perder. Temos que saber enfrentar os momentos ruins e saber controlar a euforia nos bons momentos.

Divisão de base e projeto internacional

Apesar das dificuldades enfrentadas na área financeira em 2013, temos uma excelente equipe de profissionais que vêm desenvolvendo um grande projeto. Estamos formando muitos jogadores de qualidade e em todas as seleções sub temos vários jogadores. Além disso, o projeto de acompanhamento e captação está funcionando muito bem. Assim como, estamos conseguindo fazer vendas de jogadores vindo da base ou mesmo ainda na base para manter o ciclo e até acelerá-lo para que este seja o caminho para o Flu reduzir as diferenças de receitas para clubes que estão na maior cota da TV.
O Projeto internacional está ainda na fase inicial, mas já temos jogadores jovens em diversos países, jogando para ganhar experiência ou gerarem recursos. Todo esse trabalho não é para resultado imediato, ainda que algumas situações tenham sido bem rápidas e os resultados já colhidos.
É um trabalho para maturar em 5 ou 7 anos. Os atletas da base têm participado de torneios internacionais continuamente, o que permite amadurecê-los técnica e psicologicamente.
Enfim, o cuidado com Xerém é muito grande e o projeto internacional dos jovens, se for mantido, trará grandes resultados para o Flu. Porém, tem que ter espaço também no time profissional do Flu para os meninos subirem.
Os interesses do clube no planejamento da base são: resultado esportivo no nosso time profissional; valorização do ativo e conseqüente geração de receita; divulgação da marca Fluminense como garantia de qualidade do atleta produzido em Xerém. Por isso, atletas da base devem sempre, ser primeiro ou segundo reserva do time principal, quando não forem titulares. Caso contrário, é melhor expor em outra vitrine, de modo a permitir que sejam vistos e com isso geradas novas receitas para novos investimentos.Infra estrutura

Laranjeiras, quem conhecia em início de 2011 e agora vai à área do treinamento profissional, vê uma grande transformação, ainda que não seja para ser a casa definitiva do futebol profissional. A qualidade de trabalho melhorou muito.

Já recebemos o terreno de cerca de 40 mil metros quadrados próxima a av Ayrton Senna, entre a Barra e Jacarepaguá. Estamos em via do obter a licença para construção (a pendência é sobre quem ficará responsável pela construção da rua, nós ou a prefeitura). O investimento já está viabilizado, somente aguardando a solução fiscal. Certamente será um pulo muito grande em termos de profissionalismo e modernização.

Xerém avançou muito. Quem for visitar vai ver que estamos finalizando o último campo (este de grama sintética). Reformamos tudo. Só falta fazer o nosso novo vestiário e construir um pequeno prédio de 2 andares junto aos campos para trazer a área técnica para baixo e liberar a 2ª ala para ampliarmos a capacidade de hospedar jovens atletas.

Museu novo e moderno.

Valorização da história, incluindo lançamentos de livros de momentos importantes. Construção do bar temático da Brahma, ainda com uma operação deficiente por para da AmBev (o franqueado é dela). Estamos lutando para mudar a operação do Bar.

Sócio futebol

Foi criado o sócio futebol, democratizando o clube, o uso da carteira como ingresso, etc. Só não deu para fazer grandes ou mesmo pequenos investimentos em campanha por conta da situação financeira de 2013. Porém, está tudo funcionando. A carteira já funcionará no Maracanã a partir do jogo com o Santos.

Maracanã

Jogamos os dois primeiros anos da gestão sem estádio, o que gerou uma receita mínima de ingressos. O acordo com o Maracanã veio a criar uma proteção importante para o clube nos momentos difíceis e a ajudar a reduzir a estrutura de pessoal para organização de jogo. Ainda incluiu vestiário próprio, loja, sala para atendimento do sócio, lado permanente, etc. Nos quatro primeiros jogos, faturamos em receita metade de todo o ano passado.

Novo Patrocínio

Ainda acho que a Unimed é a melhor opção, mas trabalhei para que o Flu construísse futuro para que o dia que não for possível seguir com a parceria, por qualquer motivo que seja, o clube esteja preparado para enfrentar o mercado.

Caso seja possível resolver a exclusão do timemania em breve, o Flu terminará o ano com as constas em dia, um déficit próximo de zero, com o início das obras do novo CT, etc. Portanto, neste caso, poderá seguir sua vida sem depender de ninguém, ainda que com um custo mensal para pagto das parcelas das dividas muito alto. Que poderá ser reduzido em caso de a solução do problema fiscal sair, quando os recebíveis estiverem disponíveis, obtendo dinheiro de forma mais barata e comprando dividas que tenham custo financeiro alto (trabalhista por exemplo).

Em resumo, o ideal é Flu e Unimed juntos e saudáveis, só que ninguém sai da situação em que o Flu se encontrava de forma impune.

Jackson

È um importante braço direito. Acabei com a sala só do presidente para ter uma sala com uma grande mesa de reunião para todos os vices e o presidente. Despacho diretamente com o gerente de cada área do clube e, é claro, muito com o Jackson que é o diretor geral do clube. O Jackson em geral cuida da parte operacional do clube.

As negociações comercias estratégicas do clube eu tenho feito pessoalmente, incluindo aí TV Globo, Fornecedor de material esportivo, CBF, obtenção da cessão do terreno da prefeitura, fiscal e Maracanã, entre outras. No caso do Maracanã, teve a participação do Cadu (responsável pela parte de evento jogo) e do Jackson na reta final para evitar um conflito ético pela entrada da IMX na negociação (minha cliente). O Jackson é responsável pelo dia a dia do clube, incluído a parte política que é bem complicada (tipo: receber o pessoal da sauna, do tênis, as senhoras do Rotary, do tiro e representantes de grupos políticos e de Tos. Ele não tem contato com o CB e o contato com o futebol profissional é relativo ao controle do orçamento e do caixa do clube, caso contrário, a situação sairia do controle.

Definitivamente, ele não articula nada de rompimento com a Unimed, assim como a Flusócio,  tão criticada pelos que querem o poder e tem medo do poder de mobilização que ela tem, também não articula chapa única, entre outros mitos criados.

O trabalho do Jackson é muito duro, assim como o meu. Pegar o clube como nós pegamos o Flu e termos avançado tanto, é realmente algo que me deixa muito orgulhoso. Alem disso, o clube tem outras pessoas incríveis ajudando bastante. Aliás, nesse mercado ter pessoas tão dedicadas e honestas não é fácil. Tenho um agradecimento e orgulho muito grande por estar tendo essa experiência com eles.

Futuro

Da primeira fase do Flu, só falta superar o gravíssimo problema criado pela PGFN Rio.
O clube social e olímpico ainda gera déficit e o sistema conjunto de gestão não é o ideal. É como vender pipoca e Mercedes na mesma empresa e na mesma loja. Não dá para ter funcionários atendendo aos dois, pois o salário referencia vem do futebol e por isso metade do tempo não se paga. O Certo seria fazer uma separação de forma organizada, que permitisse os Eos se administrarem e fazerem uso de projetos incentivados. O futebol tem que ser administrado com marketing, caixa, etc. debaixo do mesmo chapéu. O executivo do futebol tem que integrar essas outras áreas, pois esse descasamento causa prejuízo e muita dificuldade de funcionamento.

Para o futuro deveríamos ter como objetivo um gestão do negocio futebol integrando todas as áreas relacionadas, de forma eficiente, com metas e indicadores de desempenho, enxuta, com a missão de produzir os melhores jogadores e ter o melhor desempenho esportivo. Só assim vamos nos diferenciar dos que tem potencial atual de receita maior do que o nosso.

Acredito que se tocarmos o projeto internacional dos jovens de forma adequada, será um componente importante para a formação dos atletas e uma fundamental fonte de receita. Estamos aguardando a finalização da questão fiscal para responder a propostas de parceiros que querem fazer um grande investimento no projeto. É um projeto que tem chamado muita atenção na Europa.

Na área comercial e marketing, precisamos investir na associação, negociar a criação da rede de loja (aguardando a renovação antecipada da Adidas ou outra possibilidade no mercado) e lutar por uma posição melhor nas cotas da TV.

Pessoal

Não tenho nenhum apego pessoal ao cargo, pelo contrário dificilmente você me vê falando de mim ou me vangloriando da posição. Para mim, sempre o importante é o Fluminense ter sucesso, seja eu estando na arquibancada, como presidente, ou mesmo vendo na TV.

Não fosse gestões que não aproveitavam a parceria com a Unimed para estruturar o clube e que acumulavam insucessos administrativos que estavam comprometendo qualquer futuro pós Unimed, provavelmente eu nem seria presidente. O meu grande prazer aqui, é vencer os desafios e deixar um legado para que o clube possa crescer e ser independente. Portanto, não penso em eleições e nem em política e sim em construção de futuro. De nada adianta tudo isso, sem que a questão fiscal não seja resolvida.

A minha comunicação pessoal está prejudicada pela situação que estamos vivendo, pois muita coisa não poderá ser dita e muita coisa terá que ser passada de forma diferente do que é na realidade em uma rede social. Assim, eu vou usando as entrevistas para passar um pouco de cada situação.Nas entrevistas tenho sempre passado o que posso no momento.

Peter Eduardo Siemsen

16 de Agosto de 2013

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Soluções para o infinito problema dos ingressos:



1 - Seja Sócio e garanta o seu lugar, sem filas e sem atropelos em todos os jogos do FLU. Isso custa 30 pratas por mês, no plano mais barato. Isso já está funcionando e disponível!! 

2 - Diretoria tem que criar um plano de milhagem para conhecer a sua torcida e dar alguma prioridade aos torcedores que vão sempre aos jogos, que compram camisas oficias, produtos licenciados, etc, etc... 

3 - Cadastrar os torcedores que possuem direito a meia entrada, e vender online tb. Com prioridade para quem vai sempre, conforme o plano de milhagem. Pode-se auditar o cadastro de meia entrada e exigir comprovante na roleta do Estádio. 

4 - Em finais e em jogos de grande procura, os preços tem que obedecer a lei da oferta e da procura, minimizando os lucros dos cambistas. Ou seja, esse jogo contra o Cruzeiro, Uma final de libertadores, etc, etc... O preço tem que ser MUITO caro para que os cambistas fiquem desestimulados e o clube LUCRE com os "TRICOLEBAS" que só vão 'na boa'. 

Dessa forma, quem vai sempre ou tem um 'relacionamento' com o clube (plano de milhagem) e o sócios tem seus ingressos garantidos, quem só vai na boa paga o preço de só querer ir na boa. 

Elitiza um pouco? Acho que não pois privilegia quem vai sempre e quem apoia o clube através da associação ou compra de produtos licenciados. E de quebra, acaba com os cambistas, aumenta a lucratividade do clube e elimina as filas absurdas que aconteceram neste último jogo.

Mas o 'povão' fica alijado do processo!! O 'povão' já está alijado do processo, pois teria que ficar a noite inteira na fila ou pagar muito mais caro na mão do cambista. Não cabem 4 milhões de tricolores nos 35mil lugares do Engenhão ou nos 70mil lugares que o Maraca terá.

Melhoramos muito. Em 2010, eu era sócio do clube e passei 10 horas numa fila (só para sócios) repleta de cambistas. Esse ano eu dei uns quatro cliques no Futebolcard e na segunda-feira estava com o ingresso creditado na minha carteira de sócio.
Em 2008 (Liberta), eu não era sócio e fiquei o dia inteiro numa fila na Gávea (argh!!), dessa vez comprei pra minha mulher, via Futebolcard, levei um tempo pra comprar, pois como todo mundo tentou comprar às 10 da manhã, o sistema ficou congestionado. 1 hora depois eu consegui. 

Atualmente só fica na fila quem quer, mas a infraestrutura dos servidores tem que melhorar muito.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Resultado Ideal Logo Mais


Logo mais qualquer resultado vai me divertir, mas o meu jogo ideal será o seguinte:

Flamengo vai ganhando o jogo por 1x0 até os 47 minutos do segundo tempo. Ronaldinho Gaúcho, super vaiado o jogo inteiro, recebe em uníssono uma última fustigada da mulambada:

- O Ronaldinho vai si (sic) fudê (sic)!! A mulambada não precisa de você!!”

Ele abaixa a cabeça e volta para o jogo, aproveitando um descuido do meio de campo mulambo, rouba uma bola e dispara para a intermediária, aplica um lençol no primeiro marcador, deixando a bola bater no peito, se aproxima da grande área, aplica um elástico no zagueiro e, da marca da cal, coloca a bola embaixo das pernas do goleiro Felipe. 1x1.

Ronaldinho dispara em direção à mulambada, com os dois dedos médios em riste.

Pancadaria explode em campo.

Juiz encerra a partida e a mulambada invade o campo, deixando três atletas do alvinegro mineiro com fraturas e o Ronaldinho sem condição de jogo por 3 meses.

Em função do imbróglio o STJD retira o mando de campo rubro-negro por 20 rodadas.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Sobre a atual gestão do Fluminense Football Club

Dá-lhe dá-lhe, dá-lhe Nense...

 1 - Salários em dia.
 2 - Clube sendo reformado.
 3 - Xerém reformado e produzindo talentos.
 4 – Fim da farra dos ingressos.
 5 - Opt-In por 10 Merrecas/Mês para sócios - Via Internet, sem filas ou cambistas.
 6 - Ingressos vendidos via Internet com VISA - Sem filas ou cambistas.
 7 - Gerentes profissionais à frente do Futebol .
 8 - Técnico de Ponta e Identificado com o FLU.
 9 - Alinhamento estratégico com o patrocinador.
10 - Magnífica Sala de Troféus.
11 - Algumas ações de Marketing bem feitas (Antes não tinha nada).
12 - Talentos de Xerém dando resultado técnico e financeiro (antes eram vendidos com menos de quinze anos por uma merreca).
13 - Elenco forte mesclando experiência e pratas da casa .
14 - Negociação avançada para o CT junto à prefeitura .
15 - Dívida sendo mapeada e equacionada, lembremos que uma dívida herdada...
16 - Fim da penhora das receitas .
17 - Ordenação e transparência na relação com as ditas 'torcidas organizadas'.

Já ia esquecendo: Time líder do brasileirão...

Por favor oposição, dá um tempo... Parem de torcer contra o FLU.

Dá-lhe dá-lhe, dá-lhe Nense...